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‘Paixão de Cristo – Ele vive’ se despede sob fortes aplausos de um público emocionado que lotou o Centro Histórico de João Pessoa

“Eu me emocionei. Chorei. Principalmente na cena da Virgem Maria segurando o corpo de Jesus no colo. Eu, como mãe, me senti muito tocada. Uma coisa é você ler a história, outra coisa é vivenciar. A encenação tem esse poder de tocar o coração da gente, de fazer a gente reviver aquele momento”. A declaração é da advogada Isabele Lins que, ao lado da família, assistiu a última noite de encenação do espetáculo teatral ‘Paixão de Cristo – Ele vive’, na noite deste sábado (4), no Adro do Centro Cultural São Francisco, no Centro Histórico de João Pessoa.

Escrita e dirigida pelo paraibano Everaldo Vasconcelos, a montagem contou com um público fiel e emocionado que, durante três noites (2, 3 e 4), prestigiou o evento promovido pela Prefeitura de João Pessoa, por meio da sua Fundação Cultural (Funjope). No elenco, além de renomados artistas locais, grandes nomes do circuito nacional ‘deram voz’ a personagens de destaque como: Bruno Fagundes, interpretando Jesus Cristo; Lucy Alves, no papel de Maria; e Wanessa Camargo, como o Anjo Narrador.

De acordo com o diretor executivo da Funjope, Marcus Alves, o projeto costuma mobilizar toda a cena de teatro paraibana, além de atrair um grande fluxo de pessoas nas três noites de apresentação.  “O espetáculo da Paixão de Cristo de João Pessoa já está se tornando referência. Isso é muito gratificante para todos nós. É um projeto que havia sido interrompido e que foi recuperado. Um projeto de 20 anos atrás, que restauramos e conseguimos manter com essa característica atual”, relata.

Obra cênica – Visualmente encantadora, repleta de cores, luzes e sons, a obra cênica sobre a vida, morte e ressurreição de Cristo apresentou um ritmo ágil que, além de emocionar o público, o convidou a vislumbrar novas perspectivas sobre os últimos momentos do ciclo terreno de Jesus de Nazaré. De acordo com Everaldo Vasconcelos, a proposta da direção foi mostrar o lado mais humano do Filho de Deus, especialmente destacando sua alegria, assim como seu amor pela humanidade.

“No nosso espetáculo mostramos um Jesus alegre, que brinca e dança com as pessoas. E acho essa característica um dos grandes ensinamentos Dele. Dom Helder, mesmo, já dizia isso, que Jesus é expressão da alegria, do companheirismo, do amor incondicional. É disso que Ele falava, de amor. Às vezes, as pessoas confundem o amor de Jesus com um amor triste. Mas, o amor Dele é um amor alegre. E a gente buscou construir as cenas assim, cenas que mostram Sua exuberância e alegria”, explica Vasconcelos.

Na edição de 2026, a representação sobre a vida, morte e ressurreição de Jesus contou com cerca de 120 profissionais de teatro, presença de bailarinas e bailarinos da Companhia Municipal de Dança, bem como do Coral do Centro Universitário de João Pessoa (Unipê).

A advogada Isabele Lins, que abriu o presente texto com seu relato, disse que há quatro anos vem prestigiar a encenação da Paixão de Cristo, no Centro Histórico de João Pessoa. Segundo ela, a cada nova versão, é surpreendida com a beleza e a magia das apresentações. Lins aproveita para destacar a importância de um evento dessa envergadura para a cidade de João Pessoa.

“Acredito que este evento vem engrandecer, ainda mais, nossa cidade, porque um espetáculo desse nível, técnico e artístico, acaba tomando grandes proporções, principalmente hoje em dia com as redes sociais. E por ser realizado, aqui, no Centro Histórico, consequentemente, termina por estimular o turismo, comprovando o empenho da gestão municipal com a revitalização desse espaço. Pra João Pessoa é maravilhoso, porque visibiliza nossa Capital em um nível nacional gigantesco”, complementa a advogada.

Mensagem de amor – A vendedora ambulante Josefa Santana comemora a presença massiva das famílias no Centro Cultural São Francisco, que, segundo ela, chegam aos montes para prestigiar o espetáculo da Paixão de Cristo. Dona Josefa conta que além de trabalhar, também aproveita para assistir ao espetáculo. Segundo ela, ano passado assistiu à apresentação por duas vezes seguidas, mas que a versão de 2026 conseguiu “a façanha” de superar a montagem anterior. “A cena que mais me emocionou foi quando crucificaram Jesus. Maria se desesperou. Ela dizia, ‘que dor grande! Que dor grande!’. Eu não consegui segurar. Comecei a chorar. Eu já perdi uma filha, sabe. Daí, isso emociona a gente, né”, relata.

Já o aposentado Marcone Macedo, ao lado de sua esposa Maria das Neves, veio prestigiar o evento pela primeira vez. Para ele, o espetáculo, através da linguagem cênica, veio reafirmar a mensagem que Cristo deixou aos homens, para que seguissem seus ensinamentos nesse mundo.

E na intenção de enfatizar “o maior ensino que Jesus deixou para a humanidade”, que é “amar uns aos outros”, o diretor Everaldo Vasconcelos fez questão de dar um destaque especial a presença das mulheres em sua montagem, abrindo, assim, um merecido espaço de protagonismo feminino na história de Cristo. “Nesse texto temos muitas cenas protagonizadas por mulheres. Na verdade, o espetáculo inteiro é narrado de uma forma bem feminina. Isso porque é necessário mostrar esse aspecto de Jesus. É necessário colocar as mulheres dentro da história que contamos e é o que a gente buscou fazer”, explica.

Nível técnico – Para Vasconcelos, a encenação da Paixão de Cristo, de elevado nível técnico, que acontece no Centro Histórico, é de extrema importância para a cena artística de João Pessoa. Segundo ele, o profissionalismo colocado em destaque tende a ser replicado nas encenações dos bairros. “A Funjope costuma apoiar todas as encenações da Paixão de Cristo que acontecem na cidade. E isso é algo muito positivo. Mas é importante também que exista essa Paixão de Cristo mais centralizada, porque o nível técnico é de grande qualidade. E acaba se tornando uma ‘escola’, porque muita gente, que trabalha aqui, leva o conhecimento técnico para as encenações de bairro. Acho muito interessante isso”, conclui.

Em sua fala, abrindo o espetáculo, no terceiro e último dia de apresentação da Paixão de Cristo, em 2026, Marcus Alves destaca o Centro Cultural São Francisco como uma “joia barroca” que recebe, “de braços abertos”, as muitas encenações e suas plateias. “A gente monta esse espetáculo há quatro anos aqui no Centro Cultural São Francisco. Um espetáculo que nasceu de um sonho e que foi retomado em 2022. Hoje a gente encena pela última vez a edição deste ano, mas com certeza conseguimos entregar um belíssimo espetáculo. Seus atores, suas atrizes conseguiram reviver o drama de Jesus, uma história contada há mais de dois mil anos que, no entanto, tem a força de renovar a nossa fé e a nossa esperança. De coração, agradeço a todos vocês. Agradeço a toda equipe e a todos que estão aqui, homens, mulheres e crianças”, ressaltou.

Na avaliação da organização, a edição 2026 da Paixão de Cristo foi mais um capítulo de sucesso de um projeto cultural promovido pela Prefeitura de João Pessoa.

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Agência Minas Gerais | Governo de Minas vistoria obras finais de nova Unidade Básica de Saúde (UBS) em Ubá

O governador de Minas Gerais, Mateus Simões, vistoriou, nesta quinta-feira (2/4), as obras de uma nova Unidade Básica de Saúde (UBS) em Ubá, na Zona da Mata.

Foram investidos cerca de R$ 2,8 milhões pelo Governo de Minas na unidade, que está na reta final das obras e tem previsão de começar a funcionar em breve. Localizada na Avenida Marta Nascimento Jabour, no Bairro Antônio Maranhão (Cibraci), a UBS vai ter capacidade de atender quase mil pessoas por mês.

“Essa é uma UBS tipo 3, é o nosso modelo mais completo. Nós estamos falando de uma UBS que contará com quatro cadeiras odontológicas, duas salas de ginecologia, quatro salas de atendimento multiprofissional, uma sala de curativos, uma sala de coleta, uma sala de triagem, uma sala de cuidados básicos e uma sala de vacinação”, destacou o governador, que ainda frisou que o atendimento vai abranger cerca de dez bairros do município.

“Ubá já era um foco da nossa atenção em Saúde antes do que aconteceu no começo desse ano, com a enchente. Mas é claro que, com essa tragédia, a gente fica ainda mais preocupado em garantir que tudo aqui esteja andando bem. E essas entregas seguem nesse sentido, de atender com qualidade e agilidade a população”, completou o chefe do Executivo estadual.

 

Investimentos

Entre 2019 e 2025, Ubá recebeu R$ 112 milhões em investimentos na área da saúde, destinados ao fortalecimento da rede pública e à ampliação do atendimento à população.

Desde 2022, o município também foi contemplado com recursos para a implantação de oito Unidades Básicas de Saúde (UBSs), totalizando R$ 17,1 milhões já repassados. Os investimentos incluem as unidades dos bairros Cibraci, Solar, São Judas Tadeu, Miragaia, Ubari, Tanquinho, Diamante e Xangrilá.

 

UBSs em Minas

As Unidades Básicas de Saúde são a porta de entrada dos serviços de saúde, e o Governo de Minas está empenhado em ampliar esse acesso a todos os mineiros. São mais de 380 unidades em construção, reforma, ou que serão inauguradas até 2026.

Grande parte dessas obras estava paralisada em gestões anteriores e foi retomada desde 2019, garantindo a continuidade de investimentos e a ampliação da cobertura da atenção básica, especialmente em regiões que historicamente enfrentavam vazios assistenciais.

 

Governo Presente

A vistoria da UBS faz parte da mobilização do Governo de Minas, que transferiu, de forma provisória, a capital do estado para Ubá, dentro da iniciativa Governo Presente.

Essa transferência se repetirá em 19 cidades mineiras até junho, com o objetivo de reconhecer a importância e valorizar cada uma das regiões mineiras, além de permitir que o governador possa conhecer ainda mais de perto as demandas dos moradores, incluindo cidades ao redor das respectivas capitais temporárias.

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Mulher é morta após intervenção policial na zona leste de São Paulo

Por MRNews

As Polícias Civil e Militar de São Paulo estão investigando a morte de uma mulher que foi assassinada na madrugada de sexta-feira (3), por um agente do Estado, após uma intervenção policial ocorrida na zona leste da capital paulista. Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, a vítima chegou a ser socorrida ao Hospital Tiradentes, mas não resistiu aos ferimentos.

A secretaria informou que os policiais envolvidos no caso foram afastados do serviço operacional até a conclusão das investigações. As imagens das câmeras corporais serão analisadas e encaminhadas às autoridades responsáveis.

Na noite de ontem, moradores da Cidade Tiradentes, onde o caso ocorreu, fizeram um protesto contra a morte dessa mulher. Durante o ato, os moradores montaram barricadas e colocaram fogo em pneus, interditando ruas do bairro. Imagens que circulam nas redes sociais mostram a polícia chegando para repelir o protesto, utilizando armas de efeito moral para dispersar o grupo.

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Em nota, a Polícia Militar diz ter sido acionada para “atender a uma manifestação na rua Alexandre Davidenko, zona leste da capital” e que equipes da corporação precisaram atuar “para a manutenção da ordem pública”. O Corpo de Bombeiros também foi acionado para conter focos de incêndio no local. A polícia diz que ninguém ficou ferido ou foi detido durante o protesto.

 

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o novo ‘cérebro operacional’ de João Pessoa

Uma cidade inteligente e sustentável. Com certeza se você vive em João Pessoa já ouviu esse termo muitas vezes. Ele é o sinônimo de uma administração municipal baseada no arcabouço da tecnologia, dos dados e do planejamento. Uma estrutura erguida sobre as bases do pensamento uníssono da gestão, que é melhorar a vida das pessoas e tornar os serviços públicos mais eficientes. Corpo estrutural que agora tem um cérebro operacional: o Centro de Cooperação da Cidade (CCC).

O Centro faz parte do programa João Pessoa Sustentável, em colaboração com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Unidade Executora do Programa (UEP). A partir desse novo espaço, a Prefeitura de João Pessoa consegue acompanhar a cidade em tempo real.

“O CCC é onde a cidade passa a ser acompanhada em tempo real. É tecnologia trabalhando para proteger vidas, organizar o trânsito e garantir respostas mais rápidas para os problemas do dia a dia da população”, destacou Ana Paula, coordenadora do Centro de Cooperação da Cidade.

O espaço reúne, em um mesmo ambiente, equipes de diferentes áreas como Defesa Civil, mobilidade urbana, serviços urbanos e forças de segurança, permitindo uma atuação coordenada em situações de emergência, acidentes, alagamentos e ocorrências diversas. Para os cidadãos, o impacto é direto: mais agilidade na identificação de problemas, maior capacidade de prevenção e redução no tempo de resposta das equipes.

“Cada espaço do CCC foi pensado para cumprir uma função específica, mas todos trabalham de forma integrada. Isso permite que a cidade funcione com mais inteligência, rapidez e eficiência, impactando diretamente a qualidade de vida da população”, reforçou Ana Paula.

Os comandos do novo cérebro – No centro da estrutura está a ‘Arena de Operações’, considerada o coração do CCC. O espaço é equipado com painéis e videowall e permite que diferentes órgãos municipais atuem lado a lado, monitorando a cidade e tomando decisões rápidas em tempo real. A proposta é fortalecer o planejamento e diminuir improvisos, com base em dados concretos e acompanhamento contínuo da rotina urbana.

“Problemas como alagamentos, falhas na iluminação e ocorrências urbanas podem ser identificados e resolvidos com mais agilidade. O Centro de Cooperação da Cidade transforma dados em decisões. Isso significa uma cidade que funciona melhor”, pontuou a coordenadora.

Gestão integrada – Além do monitoramento e da atuação integrada, o CCC também abriga um telecentro com papel estratégico para a população, funcionando como ponto de apoio tecnológico e social. O espaço será utilizado para cursos de capacitação, qualificação profissional e suporte ao acesso de serviços públicos digitais, como inscrições, cadastros e agendamentos. Por estar inserido no próprio centro operacional, o telecentro também poderá servir como base para ações educativas ligadas à tecnologia urbana e participação cidadã.

A estrutura conta ainda com refeitórios e salas de descompressão, voltados ao bem-estar das equipes que atuam em regime contínuo, incluindo operações 24 horas. Há também um auditório destinado a reuniões, treinamentos e eventos institucionais, fortalecendo a integração e capacitação das equipes envolvidas na gestão urbana.

Outro destaque é o Call Center, que irá centralizar o atendimento à população por meio de um tridígito, permitindo que ocorrências e demandas sejam direcionadas com rapidez aos órgãos responsáveis.

O CCC também abriga uma sala para a Secretaria de Comunicação (Secom), responsável por transformar as informações recebidas em alertas e orientações claras para a população em ocasiões de situações emergenciais. “A Secom no CCC é responsável por transformar informação em comunicação clara para a população. É ela que vai garantir, em situações de emergência, que tudo o que está sendo monitorado chegue às pessoas com transparência, agilidade e responsabilidade”, esclareceu Ana Paula.

Tecnologia à serviço da cidade – A parte tecnológica do Centro é sustentada pela Unidade Municipal de Tecnologia da Informação (UMTI), que garante o funcionamento dos sistemas, a integração das plataformas e a segurança da informação. O espaço também dispõe de salas de reuniões voltadas para alinhamento entre setores e, principalmente, para momentos de crise, quando decisões precisam ser tomadas de forma imediata.

Dentro do CCC, o Gabinete do Prefeito conta com estruturas específicas para atuação direta em situações críticas, incluindo Sala de Crises, equipe de apoio (staff) e um espaço com área de descanso e cozinha, preparado para permanência prolongada. “É onde a gestão sai do planejamento e entra na ação imediata”, ressaltou Ana Paula ao se referir à Sala de Crises. Segundo ela, a estrutura foi pensada para garantir comando, estratégia e presença contínua do gestor municipal em momentos mais delicados.

Com uma proposta moderna e integrada, o Centro de Cooperação da Cidade reforça a visão de uma João Pessoa mais inteligente, conectada e preparada para enfrentar desafios urbanos com planejamento e eficiência. “Esse conjunto de ambientes bem pensados garante que, em momentos de crise, a cidade tenha comando, estratégia e presença em tempo real. É uma estrutura pensada para que as decisões aconteçam com rapidez, organização e continuidade, sempre com foco na proteção da população”, concluiu Ana Paula.

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Agência Minas Gerais | Inclusão de pessoas com transtorno do espectro autista ganha força com mutirões organizados pelo Governo de Minas

“O autismo não tem cara e a Ciptea é um ato de cuidado.” A frase da jovem Daniela Silva, de 25 anos, resume um desafio vivido diariamente por milhares de pessoas: o reconhecimento e o respeito às suas necessidades. Foi em busca desse reconhecimento que Daniela participou do mutirão de emissão da Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea), realizado pelo Governo de Minas em Ipatinga, no Vale do Aço.

“A Ciptea é importante para nós autistas porque traz acessibilidade. Ela nos ajuda a ter atendimento preferencial nos locais. As pessoas, às vezes, veem a gente com movimentos estereotipados e não sabem do que se trata”, conta Daniela.Criada em 2021 pelo Governo de Minas, a Ciptea garante prioridade no atendimento e acesso facilitado a serviços públicos e privados, especialmente nas áreas de saúde, educação e assistência social. O documento já está nas mãos de 62.973 pessoas em 832 municípios.

Neste Dia Mundial de Conscientização do Autismo (2/4), a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) reforça esse cuidado ao levar a emissão da Ciptea para mais perto da população. O serviço passou a integrar os mutirões do programa Governo Presente, ampliando o acesso ao documento em todas as regiões do estado. A iniciativa já passou por Uberlândia, no Triângulo Mineiro, Ipatinga, no Vale do Aço e Ubá, na Zona da Mata.

Para o governador Mateus Simões, a Ciptea é um símbolo do compromisso do Governo de Minas com quem mais precisa de atenção e cuidado.

 








 
 
   
   


Para o secretário de Estado de Desenvolvimento Social, Ricardo Alves, a iniciativa representa um avanço importante na interiorização das políticas públicas.“Levar a emissão da Ciptea para dentro do Governo Presente é garantir que esse direito chegue a quem mais precisa, especialmente no interior do estado. Estamos aproximando o serviço das famílias, facilitando o acesso e reforçando o compromisso do Governo de Minas com a inclusão e a cidadania das pessoas com TEA”, destaca.

O diretor estadual de Políticas para Pessoas com Deficiência, Daniel Araújo, também destaca o papel estratégico da iniciativa. “Mais do que um instrumento de identificação, a CIPTEA representa um importante mecanismo de garantia de direitos, assegurando atendimento prioritário e maior visibilidade às necessidades específicas desse público”.

Como solicitar

Além dos mutirões realizados pelo Governo Presente, a Ciptea pode ser solicitada de forma gratuita por meio do aplicativo MG App, pelo site cidadao.mg ou presencialmente nas Unidades de Atendimento Integrado (UAIs).

 

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Onça-pintada nascida no BioParque Vale Amazônia ganha o nome de Xingu

Por MRNews

Xingu é o mais novo habitante do BioParque Vale Amazônia, na Serra do Carajás, na cidade de Parauapebas, no Pará. Nascido do casal Marília e Zezé, Xingu veio ao mundo no dia 27 de dezembro do ano passado e é irmão de Rhuana e Rhudá.

Xingu é uma oncinha-macho e recebeu esse nome indígena – escolhido na semana passada por meio de uma votação popular – em homenagem a um dos mais importantes afluentes do rio Amazonas. O rio Xingu nasce no Mato Grosso e segue até a sua foz, no estado do Pará, banhando terras nos biomas Amazônia e Cerrado e garantindo a vida de centenas de povos e comunidades tradicionais.

“Nós sugerimos nomes de rios porque os filhos dela [da onça Marília] anteriores tinham nomes indígenas. Dessa vez queríamos homenagear os rios da Amazônia: Xingu, Tapajós e Solimões, e colocamos para votação do público. A Marília já tinha o Rhudá e a Rhuana, que foram para outros zoológicos em São Paulo”, disse Rejânia Azevedo, analista administrativa do BioParque.

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Os pais da oncinha chegaram ao BioParque vindos de Goiás. Sua mãe Marília foi resgatada de cativeiro ilegal e seu pai Zezé nasceu em instituição em Goiás, filho de pais resgatados de cativeiro ilegal de animais silvestres. Por terem sido retirados do habitat natural e mantidos sob influência humana, eles não podem ser reintroduzidos na natureza, já que perderam habilidades essenciais para sobreviver em vida livre.

“A gente não pega nenhum animal da natureza. Eles vêm através dos órgãos ambientais, de cativeiros ilegais, de apreensões. Alguns chegam bem, mas alguns já chegam machucados, mutilados. Então fazemos todo um procedimento de acompanhamento e de atendimento [desses animais]”, explicou Rejânia.

Xingu é a sétima reprodução de uma onça realizada no BioParque nos últimos 12 anos. A reprodução desses animais em cativeiro é uma estratégia nacional para preservação da onça-pintada, uma espécie símbolo da fauna brasileira e que é ameaçada de extinção.

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“O Xingu não poderia ser readaptado para a natureza porque já nasceu em cativeiro. Daí ele permanecerá aqui ou será destinado para algum outro zoológico”, disse a analista do parque.

Apesar de já ser uma atração na internet, Xingu ainda não pode ser visto pelo público que visita o parque.

“Hoje ele tem três meses e fica na área de manejo, sob os cuidados da mãe. Ele não pode ainda vir para a exposição [do público] porque ainda é um bebê. Quando ele chegar aos cinco ou seis meses de idade é que a mãe vai ensinar ele para vir para a exposição”, contou Rejânia.

Ao atingir a fase adulta, a onça-pintada, que é o maior felino das Américas, pode chegar até 1,90 metro de comprimento e 80 centímetros altura, podendo atingir 135 quilos.
 

Parauapebas (PA, 04/04/2026 – Nascida em dezembro no BioParque Vale Amazônia, onça-pintada recebe o nome de Xingu. Foto: Bioparque Vale Amazônia/Divulgação

 

O BioParque

Inserido na Floresta Nacional de Carajás (Flona de Carajás), o BioParque Vale Amazônia já completou 41 anos e é mantido pela Vale. O espaço ocupa 30 hectares de área, dos quais cerca de 70% é de floresta nativa.

O BioParque faz parte da Associação de Zoológicos e Aquários do Brasil (AZAB) e atua com os Planos Nacionais de Conservação de Espécies Ameaçadas (ICMBio), além de seguir metas nacionais e internacionais voltadas à preservação da biodiversidade.

Atualmente o parque abriga 360 animais de 70 espécies diferentes, como a também famosa Chicó, uma macaca-aranha que enfrentou muitas dificuldades até chegar ao local e poder reaprender a ser um animal de sua espécie.

“A Chicó tem uma história triste, que terminou com um final feliz. Ela veio de Mato Grosso e foi resgatada pelos órgãos ambientais. Ela viveu em Mato Grosso acorrentada por 18 anos. Vivia em um bar e o dono do bar dava cachaça para ela para mostrar aos clientes”, contou Rejânia.

Ela foi resgatada após a polícia receber denúncias de abusos e de maus-tratos e então encaminhada pelos órgãos ambientais para ser cuidada pelo BioParque, já que por viver em cativeiro, não teria condições de ser solta novamente ao seu habitat natural. “Ela chegou aqui bem debilitada. Levamos ela para o setor de quarentena, que é o nosso setor técnico. Nossos biólogos e veterinários fizeram todo um processo de reabilitação, já que ela não tinha hábitos nenhum de macaco. Ela não usava o rabo, que dizemos que é o quinto membro e que é por onde eles se seguram. Ela não sabia como fazer isso”.

Depois de um trabalho intensivo, Chicó pôde ser colocada novamente para interagir com outros macacos de sua espécie. “Hoje ela está totalmente inserida no bando já que agora ela tem os hábitos de primata normais. Ela teve que reaprender a ser um primata”, falou a analista.

Também chamada de macaco-aranha, coatá-da-testa-branca, cuamba (Pará) ou guatá (Mato Grosso), essa espécie também está na lista de animais ameaçados de extinção do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMbio).

 

Parauapebas (PA, 04/04/2026 – Xingu é filhote do casal Marília e Zezé. Foto: Bioparque Vale Amazônia/Divulgação

Visitas

Só no ano passado, o BioParque registrou mais de 200 mil visitantes. Além das onças e dos macacos, quem visita o BioParque também pode conhecer um pouco da flora amazônica, como uma castanheira que foi plantada em 1991 pelo então príncipe Charles [atual Rei Charles] e pela princesa Diana, durante uma viagem ao Brasil em 1991.

A entrada no BioParque Vale Amazônia é gratuita. O parque funciona de terça-feira a domingo.

* A repórter viajou a convite da Vale

 

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Agência Minas Gerais | Secretaria de Saúde e Fiocruz lançam curso de formação em toxicologia aplicada a metais em Minas

A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), lançou nesta semana, em Belo Horizonte, o curso “Formação continuada em Toxicologia Aplicada a Metais no Estado de Minas Gerais”.

A iniciativa tem como objetivo capacitar profissionais para identificar, diagnosticar e agir precocemente diante de agravos relacionados à exposição a metais, especialmente em territórios com atividade mineradora. 

Durante o evento de lançamento, o subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, Eduardo Prosdocimi, destacou o caráter estratégico do tema para o estado.

“A mineração é um dos pilares da nossa economia responsável pela geração de empregos, renda e desenvolvimento. No entanto, é nosso dever reconhecer que esse mesmo desenvolvimento traz consigo desafios complexos, especialmente no que diz respeito aos impactos ambientais e aos riscos da saúde das populações que vivem em territórios direto e indiretamente afetados”, afirmou.

A subsecretária de Redes de Atenção à Saúde, Camila Moreira de Castro, ressaltou a importância da formação para os profissionais que atuam nesses territórios.

“Os protocolos que serão discutidos contaram com a contribuição de muitos setores, envolvendo desde o atendimento até a realização de exames. Também incluem as questões de saúde mental que afetam essas populações”, disse.

O evento reuniu representantes de 90 municípios impactados pelas bacias dos rios Doce e Paraopeba, em Minas Gerais e no Espírito Santo, além de participantes das nove Unidades Regionais de Saúde de Minas Gerais, do Ministério Público, das subsecretarias de Atenção à Saúde (Subas) e de Vigilância em Saúde (SUBVS), e de povos e comunidades tradicionais.

Curso fortalece resposta da rede pública 

Voltado principalmente a profissionais de saúde que atuam em áreas impactadas pela mineração, o curso também é aberto a todos os interessados no tema. A proposta é qualificar trabalhadores do Sistema Único de Saúde (SUS) para uma resposta mais rápida, segura e baseada em evidências. 

A formação tem carga horária de 120 horas e será ofertada na modalidade de Educação a Distância (EaD), em formato autoinstrucional, por meio da plataforma Moodle do Campus Virtual Fiocruz. As inscrições estão abertas de forma contínua e podem ser feitas neste link.  

“A capacitação trará uma contribuição fundamental para o estado, porque a mineração é uma atividade muito importante para Minas. E é preciso trabalhar cada vez mais para melhorar a saúde da população que reside nestes territórios”, afirmou a diretora da Fiocruz Minas, Cristina Brito.

O coordenador de Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde do Espírito Santo, Roberto da Costa Laperriere, também destacou a relevância da iniciativa.

“A construção de políticas públicas voltadas para os impactos da mineração é necessária. Por isso, a iniciativa de Minas é importante para discutir as ações de atendimento e de prevenção”, disse.

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Bombeiros encontram corpo de desaparecida após chuva em Piracicaba

Por MRNews

Após dois dias de buscas, o Corpo de Bombeiros encontrou hoje (4) o corpo de uma mulher que havia desaparecido em Piracicaba, no interior de São Paulo, após seu carro ter caído no Ribeirão do Enxofre.

Ela estava desaparecida desde a última quinta-feira (4), quando a cidade de Piracicaba registrou uma forte chuva. Por causa do volume elevado, ela perdeu o controle de seu veículo, caindo na calha do Ribeirão do Enxofre, com o seu automóvel sendo arrastado pela correnteza.

Segundo informações da Defesa Civil, o corpo foi encontrado cerca de 22 quilômetros do ponto inicial do desaparecimento, em um curso d’água afluente do Rio Piracicaba.

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Em janeiro deste ano, também em Piracicaba, as chuvas já haviam feito outra vítima na cidade. Um homem morreu após ser levado pela enxurrada na Avenida 31 de Março. Preso por uma estrutura da via, ele não resistiu e morreu no local.

Desde o dia 10 de dezembro do ano passado, 23 pessoas morreram em todo o estado de São Paulo em decorrência das chuvas.

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Motorista bate em viatura da GCM e abandona veículo após perseguição no Jardim Guaíba – Agência de Notícias



4 de abril de 2026

14:19

Por: Eduardo Santinon (esantinon@sorocaba.sp.gov.br)

Fotos: GCM

 

A Guarda Civil Municipal (GCM) de Sorocaba participou de perseguição a um veículo suspeito pelas ruas do Jardim Guaíba, na Zona Norte de Sorocaba, na noite de sexta-feira (3). A equipe interceptou o carro, sendo que o condutor fugiu a pé. O automóvel ainda se chocou contra a viatura da GCM, provocando danos no para-choque dianteiro. 

Os guardas faziam patrulhamento preventivo pelo bairro e, por volta das 19h15, foram acionados por munícipes, que denunciaram um veículo de cor vermelha que realizava manobras perigosas nas imediações.

Ao localizar o automóvel, a GCM deu ordem de parada, com uso de sinais luminosos e sonoros, à qual foi desobedecida pelo condutor, que iniciou fuga em alta velocidade, colocando em risco outros veículos e pedestres.

Durante o acompanhamento, o suspeito acessou a Avenida Ulisses Guimarães e, na Rua Antônio Souza Ribeiro de Quevedo, quase atropelou pedestres. A equipe conseguiu interceptar o veículo nas proximidades do número 498, momento em que o indivíduo abandonou o automóvel e fugiu a pé, não sendo localizado.

Antes de fugir, o condutor deixou o veículo, um Chevrolet Onix de cor vermelha, em ponto neutro e, em trecho de declive, fazendo com que o carro colidisse contra a viatura da GCM.

O veículo foi apreendido e encaminhado à Delegacia de Polícia, onde a ocorrência foi apresentada à autoridade de plantão, para registro de boletim de ocorrência por desobediência, com autoria desconhecida. A Polícia Civil dará prosseguimento às investigações.

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Ferreira brilha e São Paulo aplica 4 a 1 no Cruzeiro

Por MRNews

O São Paulo abriu com pé direito a 10ª rodada do Campeonato Brasileiro neste sábado (4) ao derrotar o Cruzeiro no Estádio do Morumbi. O atacante Ferreira foi o protagonista da noite, com direito a hat-trick (três gols). Quem abriu o placar para o Tricolor foi o argentino Calleri. Do lado da Raposa, Christian marcou o gol de honra. O time mineiro, comandado pelo técnico do Roger Machado, interrompe uma sequência de três jogos sem vitórias, e dorme na vice-liderança do campeonato, após totalizar 20 pontos. Já a Raposa permanece na zona de rebaixamento (Z4), em 17º lugar, som apenas sete pontos.

OTricolor começou pressionando e quase abre o placar com Artur. O atacante tentou se desvecilhar da defesa antes de chutar de dentro da área, mas acabou derrubado por Villalba. O árbitro anotou pênalti e coube a Calleri converter a cobrança, colocando o São Paulo na frente do placar. Mal deu tempo de comemorar, e os donos da casa ampliaram o placar. A jogada começou com ataque veloz de Artur que encaixou um lindo passe nas costas de dois defensores, na medida para Ferreira chutar certeiro, deixando o goleiro Matheus vendido. Mesmo em desvantagem, o Cruzeiro passou a controlar mais a posse de bola e acumulou chances de diminuir o prejuízo. Aos 22 minutos, mas a bola desviou na defesa, facilitando a defesa do goleiro Rafael. Aos 39, após William cobrar falta na área, Christina tentou marcar de cabeça,mas acabou acertando a rede do lado de fora.

Após o intervalo, o Cruzeiro diminuiu a desvantagem logo no primeiro minuto, com linda jogada de Arroyo. O atacante invadiu a área, driblou Dória e cruzou para Christian, que empurrou para o fundo da rede. Seis minutos depois, quase arrranca o empate: Kaiki Buno cruzou para Mathues Pereira cabecear com perigo, mas o  Rafael impediu o gol dos mineiros com ótima defesa. Mas a noite era mesmo do São Paulo: aos 16 minutos, após cobrança de escanteio de Artur,  o defensor Kaio Jorge tentou desviar e, no rebote, o atacante Ferreira balançou a rede, marcando o segundo gol dele na jogo. O Tricolor seguiu soberano em campo e ainda deu tempo de Ferreirinha anotar o terceiro dele. As 39 minutos, o camisa 11 partiu da intermediária, se livrou da marcação e acertou um belo chute cruzado, que selou a vitória do Tricolor por 4 a 0 . um lindo chute colo após . Isso depois do contra-ataque de Marcos Antônio aos 49 minutos.

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