A maternidade é um momento de desafios e expectativas. E em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado neste domingo (8 de março), o Instituto Cândida Vargas (ICV) destacou histórias de vidas de duas mães que tiveram seus filhos na maternidade, evidenciando suas experiências com a gestação e os desafios vividos nesse período.
As histórias também mostram o cuidado e o acolhimento oferecidos pela equipe multiprofissional do ICV, que acompanha diariamente mulheres em diferentes momentos da gestação e do pós-parto, oferecendo assistência integral e apoio para elas e os recém-nascidos.
A primeira experiência com a maternidade retratada nessa matéria é a da mãe de primeira viagem Dielly Simões, de 20 anos, moradora de Santa Rita. Para ela, a maternidade veio em dose dupla, porque foi mãe de gêmeas. “Quando descobri a gravidez foi um susto, porque eu não estava preparada e não foi planejada. Quando descobri que seriam gêmeas, o susto foi maior ainda. Mas eu pedi sabedoria a Deus durante a gestação e fui me acalmando. Hoje estou gostando muito da experiência de cuidar delas. Parece que estou cuidando de duas bonequinhas, só que são minhas”, relatou.
Para Dielly Simões, ser mulher representa força e capacidade de enfrentar desafios. “Ser mulher tem muitas características. Mulher é mãe, é filha, é guerreira, é batalhadora. A gente pode ter defeitos, mas não existe característica ruim em ser mulher”, afirmou.
Outra história de vida é a de Isabele Aparecida Balbino de Andrade, também de 20 anos, moradora de Bayeux. Apesar da pouca idade, a jovem é mãe pela terceira vez. Ela contou que a chegada dos filhos trouxe mudanças importantes em sua vida. “Ser mãe muda muita coisa. É um privilégio ter nossos filhos, que são uma bênção. Quando tive meu primeiro filho já foi uma grande alegria”, relatou.
Isabele também destacou o acompanhamento recebido na maternidade, onde teve todos os seus filhos. “Todos os meus filhos nasceram aqui no Instituto Cândida Vargas. Aqui a gente é muito bem acompanhada. Temos apoio da equipe e isso faz toda a diferença”, afirmou.
Para a jovem mãe, ser mulher e mãe exige força e responsabilidade diária. “Ser mãe é uma responsabilidade muito grande. A gente precisa ser forte e ter muita força para cuidar dos filhos. A gente luta todos os dias para ver quem a gente ama bem”, disse.
Atendimento seguro e humanizado – O diretor-geral do Instituto Cândida Vargas, Quintino Régis, destacou que histórias como dessas duas mães representam a realidade de muitas mulheres atendidas na unidade e reforçam a importância do cuidado humanizado oferecido pela maternidade.
“Cada mulher que chega ao Instituto Cândida Vargas traz consigo uma história de vida, desafios e expectativas. Nosso compromisso é garantir um atendimento seguro e humanizado, com escuta, acolhimento e respeito a cada paciente. A maternidade busca oferecer não apenas assistência médica, mas também apoio às mulheres em um momento tão importante de suas vidas”, afirmou.
Equipe multiprofissional – Além da assistência médica e de enfermagem, o ICV conta com uma equipe multiprofissional formada por psicólogos, assistentes sociais, fisioterapeutas e outros profissionais que trabalham para garantir um atendimento humanizado às pacientes. O objetivo é oferecer acolhimento, escuta e suporte às mulheres durante todo o período de internação, contribuindo para que elas se sintam seguras e amparadas em um momento tão importante como a chegada de um filho.
