Golpe da Maquininha se torna mais constante e autoridade alerta para perigos – ZERO83


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O Golpe da Maquininha se torna cada vez mais constante na era das transações digitais. Em entrevista à TV Cabo Branco, a aposentada Maria de Fátima Cardoso relatou que em uma viagem solicitada em um aplicativo de transporte, caiu no golpe e saiu no prejuízo.

A aposentada conta que o golpe aconteceu em momento de pressa, por conta da necessidade de levar o irmão para um atendimento médico. “Eu tinha que levar meu irmão para o Trauminha, para tirar o gesso. Ele é especial, tem síndrome do pânico e outros problemas. Eu chamei [o carro] pelo aplicativo, deu R$ 17, para pagar em dinheiro”.

Maria de Fátima detalhou como o crime aconteceu. “O motorista perguntou se o dinheiro estava trocado, eu respondi que não, aí ele disse que não tinha troco e perguntou se eu tinha cartão, respondi que sim. Quando chegamos no Hospital, meu irmão estava muito agitado e eu chamando o maqueiro para pegar uma cadeira de rodas para pegar ele, o motorista pediu o cartão, eu dei, colocou na maquineta, ele com certeza viu a minha aflição, viu que eu não ia prestar atenção, e deu R$ 600 o valor, que só vim notar no dia seguinte”. 

A aposentada conta que entrou primeiramente em contato com o aplicativo de transporte, que não resolveu o problema e posteriormente contatou as autoridades da polícia. O caso ainda segue em aberto, sem resolução. 

Precauções

O delegado titular de Defraudações, Aneilton Castro, esclareceu o que deve ser feito após qualquer pessoa cair neste tipo de golpe. “É importante que quando acontece algo deste tipo fazer o registro da ocorrência, independentemente do valor do prejuízo. Um fato que chamou atenção, que realmente é um fato criminoso, tem que ser registrado, para que a gente tenha na Polícia Civil a formação da estatística, para ver a quantidade de incidência dos casos”.

O delegado ainda ressaltou como proceder para que a chance de cair em golpes como o da Maquininha sejam menores. “O mais importante disso tudo na hora da transação, é o cuidado de observar a maquineta. Lhe passaram o valor, você confere, porque muitas vezes quem está recebendo retém a máquina consigo”.

Além disso, Aneilton também frisou a importância de pedir a segunda via do comprovante de transação. “Peça a segunda via. Se você não teve o cuidado de olhar o visor com o valor que é cobrado, então peça pelo menos a segunda via”.

Outro ponto importante levantado pelo delegado é de que o golpe da Maquininha acontece não só com quem está pagando algum valor, mas também com quem vai receber por algum serviço prestado. “Acontece frequentemente que o pagador mal-intencionado, digite números aleatórios de sua senha, acaba que sai o comprovante com o valor (da compra), mas o credor não percebe que tem o nome ‘cancelado, pagamento não autorizado’. No caso o credor não percebeu que aquele valor não foi creditado na conta do empreendimento”, finalizou. 

Jornal da Paraíba

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